Total de visualizações de página

domingo, 22 de setembro de 2013

"Mas o melhor do abraço não é a ideia dos braços facilitarem o encontro dos corpos. O melhor do abraço é a sutileza dele. A mística dele. A poesia. O segredo de literalmente aproximar um coração do outro para conversarem no silêncio que dá descanso à palavra. O silêncio onde tudo é dito sem que nenhuma letra precise se juntar à outra. O melhor do abraço é o charme de fazer com que a eternidade caiba em segundos. A mágica de possibilitar que duas pessoas visitem o céu no mesmo instante." 

Ana Jácomo

A Primavera do hemisfério norte é chamada de "Primavera boreal" e a do hemisfério sul é chamada de "Primavera austral". A "Primavera boreal", no Hemisfério Norte, tem início em 21 de março e termina em 21 de junho. A "Primavera austral", no Hemisfério Sul, tem início a 22 de setembro e termina a 21 de dezembro.



Não importa quanto vai durar, é infinito agora! Caio F Abreu

Fato!

Cuidado ao dizer um não, ou um sim, ou nunca mais, ou para sempre. Eles podem mudar a sua história. São palavras simples, mas com força enorme. 

Renato Russo

domingo, 30 de junho de 2013

Hoje acordei com meu coração cheio de gratidão...á Deus! Que me sustenta,me abre novas portas,que não me deixa desanimar,que colocou em meu caminho uma familia maravilhosa,amigos que amo,mesmo que não possa vê-los sempre,meus filhos...sem palavras para dizer o que eles são para mim,o que representam...Sou grata pelas minhas mãos,sem elas não poderia ajudar tantas pessoas e também pelo amor que sinto por cada uma dessas pessoas que entram e saem da minha vida e sempre tenho a certeza que fiz o meu melhor,procurei dar o meu melhor e sei que esse amor que sinto por tantas pessoas,só Deus poderia me dar...essa vontade que sinto em querer que fiquem bem,só Deus pode me fazer sentir...Agradeço muito a Deus,pq apesar de tantas coisas erradas e absurdas que vejo,ainda acredito em algo melhor,essa minha fé,sei Deus que me dá e ela se renova a cada dia..Hoje realmente só quero agradecer!


Amei esse texto!


Amores maduros

Participei de um evento em São Paulo em que foi debatida a sexualidade nos dias atuais. Para não chegar lá com um blablablá muito pessoal, fiz o tema de casa: li o que psicanalistas e ensaístas tinham a dizer sobre o assunto. Encontrei muita coisa interessante, mas um aspecto me chamou a atenção: ao falar de amor e sexo, a visão da maioria dos teóricos abrange apenas o jovem e suas expectativas, principalmente no que diz respeito à importância da procriação na escolha do parceiro.

O assunto é visto pela ótica de quem planeja construir um relacionamento e tudo o que isso inclui: a herança emocional deixada pelos pais, a pressão social de formar uma família, a influência da religião, a interferência dos filhos no convívio do casal, as regras impostas pela coletividade, a necessidade de firmar-se profissionalmente para alcançar estabilidade, enfim, todo o projeto de vida de quem está dando os primeiros passos nesse admirável mundo das convenções e ética comportamental.

Tudo muito bem fundamentado, mas há um personagem que fica de fora desses estudos: é a pessoa de meia-idade que já se apaixonou umas 10 vezes, que já casou e descasou, teve filhos e talvez netos e que hoje está livre para iniciar um novo relacionamento, e de um jeito bem mais desencanado do que qualquer jovem de 20 anos.

Ora, esse homem ou essa mulher já atravessou o desfiladeiro: pulou para o lado de lá. Os filhos estão criados, a vida estabilizada, as expectativas do tipo “até que a morte os separe” já foram arquivadas, não carece mais de aprovação externa e está dando uma banana para as convenções: chegou a hora de se divertir. Quem escreve sobre eles? Melhor dizendo: quem escreve sobre nós?

Circulam por aí muitas interrogações sobre amor e sexo que pessoas vividas já responderam para si mesmas. Depois de terem cumprido boa parte das regras pré-estabelecidas, agora é o momento de viver 24 horas de cada vez, sem idealizações. Querem um amor descomplicado e sem amarras.

Estamos com pouco suporte teórico, mas existimos. Não fazemos questão de endereço compartilhado, troca de alianças, contrato assinado. Não nos debulhamos diante de juras de amor eterno porque já entendemos “que o pra sempre, sempre acaba”.

Não precisamos de um ninho de amor financiado para pagar a perder de vista, nem de vestido de noiva, nem de anel de compromisso, nem de muitos planos. Estamos quites com nossa juventude, já gastamos as ilusões, agora nos restou o melhor da vida: ela própria, simplesmente. A vida que temos na mão para consumo imediato. Sem discussões excessivas sobre moral, sem excesso de argumentações psicológicas, sociológicas ou com qualquer lógica.

São poucos os que escrevem sobre nós e sobre a relação que queremos construir hoje.Pensando bem,talvez seja melhor.Quanto mais livre de teorias,mais solto o amor.

Martha Medeiros

Bom domingo!!!

"Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje. Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício. Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo. Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus. Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Tudo depende só de mim."

(Charles Chaplin)